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RPG - Reeducação Postural Global UM ANDAR EXCLUSIVO PARA TRATAMENTO DE FISIOTERAPIA E RPG.
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ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA CUIDAMOS DO SEU MOVIMENTO.
Dr. Mauricio Martinelli Filho Diretor Técnico Médico  CRM 72269
ACUPUNTURA TERAPIA E REABILITAÇÃO QUE COMPLEMENTA O SEU TRATAMENTO.
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A Clínica de Fraturas Ortopedia Santa Clara foi fundada em 1994. A escolha da sede da clínica foi a Pompéia, bairro então carente dessa especialidade médica. A Clínica Santa Clara conta com profissionais especializados nas diversas áreas ortopédicas, que se encontram em constante aperfeiçoamento técnico e atualização, mantendo alto padrão de atendimento aos seus pacientes. Dispondo de serviço próprio de radiologia ortopédica, fisioterapia, RPG e acupuntura, a clínica é especializada no tratamento e reabilitação de patologias ortopédicas, com ênfase em medicina esportiva, fraturas e cirurgias ortopédicas. Com especialistas nas áreas de Medicina Esportiva, Videoartroscopia, Cirurgia do Joelho, Cirurgia do Ombro e Cotovelo, Cirurgia da Mão, Cirurgia do Quadril, Cirurgia do Pé, Fixadores Externos e Ortopedia Pediátrica, nossos médicos encontram-se no mais alto grau de preparo para garantir tratamento eficaz e retorno seguro às atividades profissionais e esportivas.
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ACUPUNTURA
RAIO-X DA ÁREA ORTOPÉDICA
RPG – REEDUCAÇÃO POSTURAL GLOBAL
ACUPUNTURA
FISIOTERAPIA
TERAPIA POR ONDAS DE CHOQUE (TOC)
A acupuntura consiste na aplicação de agulhas, em pontos definidos do corpo, chamados de "Pontos de Acupuntura" ou "Acupontos", para obter efeito terapêutico em diversas condições. Atribui-se a autoria do nome "Acupuntura" a um jesuíta europeu que retornando da China, no século XVII, adaptou os termos chineses "Zhen" (Acupuntura) e "Jiu" (Moxabustão), juntando as palavras latinas "Acum" (agulha) e "Punctum" (picada ou punção), como visto. A tradução literal do termo chinês, no entanto, é bem diferente. O correto seria Zhen (agulha) e Jiu moxa, sendo cada um deste um método diferente de intervenção terapêutica. A tradução causa a impressão de que o terapeuta só trabalha com agulhas. Os pontos e meridianos também podem ser estimulados por outros tipos de técnicas. Na verdade, os pontos de Acupuntura podem ser estimulados por: agulhas, dedos (acupressão) caracterizando distintas variantes da técnica de massagem chinesa (tui na, shiatsu (japonês), do-in); stiper (do inglês Stimulation and Permanency - Estimulação Permanente); ventosa (embora seja uma aplicação em diversos pontos simultâneos) ou pelo aquecimento promovido por moxa ou seja, longo tempo de aplicação do fogo", - um bastão de artemísia em brasa, que é aproximado da pele para aquecer o ponto de acupuntura. Há, também, o método de estimulação por laser e corrente elétrica, ainda em estudos.
ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA
A Fisioterapia pode ser definida como uma ciência aplicada à prevenção e tratamento da saúde por meio de recursos físicos. Sua aplicação necessita do entendimento das estruturas e funções do corpo humano. Ela estuda, diagnostica, previne e trata os distúrbios, entre outros, cinético-funcionais (da biomecânica e funcionalidade humana) decorrentes de alterações de órgãos e sistemas humanos. Além disso, a Fisioterapia estuda os efeitos benéficos dos recursos físicos como o movimento corporal, as irradiações e correntes eletromagnéticas, o ultrassom, entre outros recursos, sobre o organismo humano. É a área de atuação do profissional formado em um curso superior de fisioterapia. O fisioterapeuta é capacitado a avaliar, reavaliar, prescrever (tratamento fisioterapêutico), dar diagnóstico cinético-funcional, prognóstico, intervenção e alta fisioterapêutica. É administrada em consultórios, clínicas, centros de reabilitação, asilos, escolas, domicílios, clubes, academias, residências, hospitais, empresas, unidades básicas ou especializadas de saúde, pesquisas, entre outros, tanto por serviços públicos como privados. A Fisioterapia atua nas mais diferentes áreas com procedimentos, técnicas, metodologias e abordagens específicas que têm o objetivo de avaliar, tratar, minimizar problemas, prevenir e curar as mais variadas disfunções.
FISIOTERAPIA
MISSÃO CUIDAR DO SEU MOVIMENTO.
Nos dias de hoje, o estilo de vida sedentário e estressante apresenta-se como fator agravante, desencadeando em todos os sistemas corporais um mal funcionamento e gerando tensões, tudo isso fortemente associado com alterações comportamentais e emocionais, formando assim uma estrutura complexa e inespecífica. O homem passou, então, a assumir posturas cada vez mais prejudiciais ao corpo, como também se distanciou de si mesmo, deixando sempre para segundo plano o seu autocuidado. Com isso, observa-se um considerável aumento de várias doenças, dentre as quais as musculoesqueléticas. Entretanto, é possível resgatar o autocuidado, pois o corpo humano tem uma grande capacidade de plasticidade e reestruturação. Afinados a este quadro, os profissionais da área da saúde têm buscado oferecer abordagens terapêuticas qualitativas e globalistas. A RPG tem se apresentado como método fisioterápico bastante apropriado. PL.E. Souchard, fisioterapeuta francês, após quinze anos de estudos no campo da reeducação postural, desenvolveu a RPG, que se baseia nos seguintes princípios: Globalidade Preocupa-se com a totalidade do corpo, intervindo em todos os compartimentos corporais ao mesmo tempo e estabelecendo correlações entre os mesmos, buscando corrigir tudo que é patológico e que se afasta da fisiologia normal. Individualidade Analisa e trata cada indivíduo em relação a suas manifestações, que são pessoais e únicas. Causalidade Busca tratar, não os sintomas, mas as suas causas, no processo terapêutico. Mediante uma avaliação qualitativa investigam-se, inicialmente, as tensões neuromusculares e as mudanças funcionais e estruturais. Em seguida, empregam-se posturas de alongamento muscular ativo e progressivo associados com a respiração e técnicas específicas, visando colocar em evidência as tensões musculares. Restabelece-se, assim, a harmonia entre os músculos e, conseqüentemente, promovendo-se um relaxamento, já que se interrompe o ciclo de desenvolvimento de tensões e dores. A RPG traz soluções para prevenir, curar e remediar os desvios posturais, as deformidades e as disfunções causadas por eles. Procura corrigir o mal uso que os indivíduos fazem de seus músculos ossos e articulações, restituindo a boa morfologia. Como resultado, recupera a função e os movimentos corporais se tornam mais integrados, harmoniosos, perceptíveis e conscientes.
RPG - REEDUCAÇÃO POSTURAL GLOBAL
ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA
A Ortopedia é a especialidade médica que cuida das doenças e deformidades dos ossos, músculos, ligamentos, articulações, enfim, elementos relacionados ao aparelho locomotor. A Traumatologia é a especialidade médica que lida com o trauma do aparelho músculo-esquelético. No Brasil as especialidades são unificadas, recebendo o nome de "Ortopedia e Traumatologia" e também a especialidade da odontologia entitulada Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial que, por sua vez, cuida do complexo Buco-Maxilo-Facial, propriamente dito. Existem diversas doenças ósseas que independem do trauma, como o câncer ósseo, luxações congênitas e deformidades ósseas que necessitam de tratamento médico. As hérnias de disco, causadoras de dores intensas na coluna, podem ser operadas tanto por ortopedistas como por neurocirurgiões, dependendo de sua formação. O aumento da velocidade de locomoção do ser humano trouxe também o trauma, considerada uma doença, ao contrário do antigo termo utilizado, que era "acidente". Outro importante campo de atuação da especialidade é na área do esporte, onde temos as lesões esportivas com características próprias de cada esporte em particular (um gesto, uma lesão). As lesões decorrentes das atividades esportivas envolvendo o sistema músculo-esquelético de modo geral envolvem os músculos, tendões, cápsula e ligamentos articulares e os ossos nos mais diversos graus de comprometimento, afastando o atleta de suas atividades esportivas por tempo determinado, de acordo com a gravidade da lesão. Um acidente de trânsito terrestre, aéreo ou mesmo doméstico pode acarretar fraturas ósseas complexas, com perdas sanguíneas importantes. As fraturas podem ser "fechadas", isto é, houve uma fratura mas a parte fraturada não se comunicou com a parte externa, sendo por isso considerada uma fratura limpa e que pode ser alinhada e mantida imobilizada com gesso. Outro tipo de fratura é a "exposta", que ocorre quando a fratura tem alguma comunicação com o meio exterior. Um exemplo seria um fêmur fraturado que rasgasse a pele e aparecesse do lado de fora da perna. Embora a traumatologia pareça ser o estudo de todo tipo de trauma, ela lida apenas com as lesões ósseas e musculares tendinosas dos membros superiores, inferiores, bacia e coluna. O trauma abdominal é visto pelo cirurgião geral, o trauma craniano pelo neurocirurgião, o trauma de tórax frequentemente é avaliado pelo ortopedista porém as suas complicações Hemotórax Pneumotórax são avaliados pelo cirurgião torácico ou pelo cirurgião Geral, etc. Se tiver dúvidas, doenças ou fraturas (Ossos e músculos) consulte o médico.
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RAIO-X DA ÁREA ORTOPÉDICA
A descoberta dos raios X por Roentgen Wilhilm em 1895 permitiu-nos aprender e compreender uma série de condições e otimizar o seu tratamento. Enquanto compressão adequada e leitura da imagem é fundamental para o estudo de um paciente, a aplicação ea execução das projeções radiológicos realmente necessários, será de valor essencial para determinar o diagnóstico.
Um novo tratamento contra a dor e não-invasivo!Aplicada ao sistema musculoesquelético "Extracorporeal Shockwave Therapy = ESWT Durante a última Guerra Mundial, foi observado que marinheiros nadadores, os quais foram expostos à explosões de bombas, apresentavam-se intactos externamente, porém, em seus tecidos intemos apareciam sinais de regeneração celular ou leve trauma, o que foi atribuído às ondas de choque propagadas dentro da água, desencadeadas por estas explosões. Assim, surgiu, rapidamente, o interesse pelos efeitos biológicos e uso médico destas ondas. 1971 - 1ª desintegração cálculo renal (HaeuslerlKiefer) 1981 - 1ª aplicação em osso de cobaias (Haupt) 1988 - 1º tratamento pseudoartrose em humano (Valchanov) 1992: - 1º tratamento lendinose calcérea ombro (DahmenILoew) A onda de choque (ou onda de impacto) é um pulso sônico ou uma energia cinética. Sua força de transmissão depende das propriedades físicas do tecido aplicado(liquido ou sólido). Por isso,existem equipamentos específicos para utilização em cada área: urologia e ortopedia. Dentre os diferentes métodos de geração de ondas existem: • um sistema eletrohidráulico • um sistema eletromagnético • um sistema piezoelétrico As ondas de choque agem de diversas maneiras: a) ação mecânica, causando formação de microbolhas que eclodem fragmentando a calcificação; b) ação analgésica por intenso estímulo local, liberando enzimas locais que atuam na fisiologia da dor; c) ação vascular, provocando microvasos que melhoram a irrigação e oxigenação local e conseqüente reabsorção dos depósitos calcáreos ou cicatrização tecidual. A TOC é um tratamento reconhecido pela Comunidade Médica Européia e aprovado pelo FDA (Estados Unidos) e vem sendo divulgada pela International Societyfor Musculoskeletal Shockwave Therapy (ISMST). As indicações ortopédicas da TOC são: • calcificações em tendões nos ombros; • epicondilites do cotovelo (Tennis elbow) ; • faceíte plantar nos pés ("esporão do calcâneo"); • pseudoartroses (fraturas que não consolidaram após um periodo de 6 meses); • bursite trocanteriana. Como contra-indicações, temos: • tumores muscoloesquelético; • infecções no local (abscesso); • distúrbios da coagulação sanguínea; • nos ossos em crescimento (nas fises). A Sociedade Brasileira de Terapia por Ondas de Choque (SBTOC) e a ISMST, recomendam o tratamento convencional dessas patologias, por exemplo: medicamentos, fisioterapia, palmilhas, aparelhos de imobilização, conforme o caso; e, geralmente, após um período de 6 meses, sem obter resultado satisfatório, é que utilizam a TOC. Assim, tem-se evitado uma série de cirurgias desde que se iniciou com a TOC. Em geral, são recomendadas até 3 aplicações, com intervalo mínimo de 3 semanas, porém, existem casos (40-50%) em que uma única aplicação resolve o problema. Alguns pacientes conseguem alívio imediato e por definitivo, enquanto outros devem aguardar até 6 ou 12 semanas pelo resultado final, pois dependerá da capacidade individual de cicatrização e do estágio de evolução da doença. Os procedimentos são realizados ambulatorialmente e, em média, demoram entre 20 a 40 minutos. Não é necessária nenhuma preparação especial. Apenas se utiliza anestesia por sedação ou anestesia local por infiltração nos casos de dor aguda ou de alta sensibilidade à dor (5 %). Como funciona? Não se trata de um choque elétrico, mas sim de um impacto mecânico. As Ondas de Choque são um tipo de energia mecânica que penetra no tecido lesado e provoca um fenômeno chamado cavilação, onde microbolhas se rompem provocando como microrupturas no tecido inflamado, determinando a liberação de substâncias antiinflamatórias locais e também estimulando um aumento na microcirculação local. Este aumento de nutrição no local antes fibrosado leva a uma progressiva cura natal do processo inflamarório-degenerativo. Podemos controlar a intensidade da energia com que as ondas de choque atingem o local a ser tratado. Quando utilizamos baixa energia produzimos alívio da dor e relaxamento muscular, quando se utiliza média energia ocorre a reparação tecidual e com alta energia pode ocorrer a estimulação óssea. As ondas apenas atuam em tecidos lesionados e não causam nada em tecidos normais. Como é o tratamento? O tratamento é ambulatorial, não necessita internação ou anestesia a não ser para alguns casos de tratamento ósseo. Realizamos de 3 a no máximo 6 sessões com intervalo de uma semana entre cada aplicação. São aplicadas 2000 ondas em cada sessão nos locais lesionados. Quais são as indicações? Sempre para pacientes com lesões crônicas que não obtiveram sucesso com outros tratamentos e que apresentam tendentes crônicas comuns em esportistas e trabalhadores. As primeiras indicações confirmadas tanto na Europa como pelo FDA nos Estados Unidos são para epicondilite do cotovelo, fascite plantar com ou sem esporão de calcaneo, do ombro e pseudo artroses que são fraturas com atraso na consolidação. Com o tempo foram se ampliando as indicações ando que hoje tratamos tendões cronicamente inflamados em todo o corpo tais como tendente do tendão de aquiles, tendente patear, da fascia lata no joelho, bursite trocanteriana, pubeite, epicondite medial no cotovelo e bursite de ombro. Serve para problemas de coluna? Nunca deve ser aplicado diretamente na coluna, cabeça e tórax. Temos tratado também de dores musculares na região cervical irradiadas para os ombros e na região lombar irradiadas para os membros inferiores. Sempre em casos de dores crônicas sem melhora com os tratamentos habituais, nestes casos temos trabalhado com o conceito de dor crônica miofascial com presença dos chamados pontos-gatilho que são nódulos fibróticos intramusculares. Com a aplicação das ondas conseguimos desfazer estes nódulos e obtemos a analgesia e o relaxamento muscular. Todas estas novas aplicações ainda estão sob estudos científicos para comprovar a sua efetividade porém os resultados clínicos tem sido muito bons. Quais os cuidados após a aplicação? Repouso de atividades esportivas até a liberação pelo médico, calor ou as vezes gelo no local da aplicação 2 a 3 vezes por dia por 10 minutos, alongamentos leves e manter as atividades diárias como andar e trabalhar normalmente. Quais são os resultados? Com cerca de 800 pacientes tratados desde 1999 nas variadas indicações, temos tido de 65 a 75% de bons resultados caracterizados por desaparecimentos da dor, reabsorção de calcificações e melhora da movimentação das articulações possibilitando o retorno às atividades profissionais ou esportivas. A melhora não é imediata e ocorre na maioria dos casos entre 15 e 20 dias após o início do tratamento, considerando o prazo final do tratamento com 3 meses quando pode eventualmente ser repetido se for necessário. Quais as complicações? O tratamento pode ser doloroso durante a aplicação ou nos primeiros dias devido estimular tecidos lesionados. Não houve complicações locais ou sistêmicas importantes. Quais as contra indicações? Crianças, grávidas, distúrbios de coagulação, marcapasso, arritmias cardíacas graves e tumores locais. Qual é o custo? Este tratamento é particular não sendo coberto pelos planos de saúde porque não foi aprovada a relação dos procedimentos médicos da associação médica de 2003 na qual consta esta terapia. Conclusão? Trata-se de uma nova possibilidade de tratamento para pacientes com dores crônicas que não tiveram resultado com os tratamentos habituais.
TERAPIA POR ONDAS DE CHOQUE (TOC)
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Dr. Antonio Celso Perez
Dr. Mauricio Martinelli Filho
Dr. Douglas Guizilim Rodrigues
Dr. Atonio Celso PerezCRM 48427 • Formação: Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - Data da formatura: 19/12/1983.  • Residência Médica: lnstituto de Ortopedia do Hospital das Clínicas da USP (1984 até 1987). • Título de especialista: Ortopedia e Traumatologia.
Dr. José Fernando Di Giovanni
Dr. Marcelo da Silva Terra
Dr. Fábio Watanabe
Dr. Nacib Luz Camargo
Dr. Hugo Bittencourt Fabri
Dr. Mauricio Heiji Tanaka
Dr. Mauro Olívio Martinelli
Dr. Douglas Guizilim RodriguesCRM 113111 • Graduado em medicina na Universidade Severino Sombra • Residência médica em Ortopedia e Traumatologia no Hospital do servidor público estadual (IAMSPE)  • Residência médica em cirurgia de coluna no Hospital do servidor público estadual (IAMSPE) • Membro da sociedade brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT)  • Membro da Sociedade Brasileira de coluna (SBC) • Médico assistente do grupo de coluna do Hospital do servidor público municipal (HSPM)
Fábio WatanabeCRM 91599 • Graduação em Medicina, pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo curso concluído em 1996.  • Residência Médica Santa Casa de Misericórdia de São Paulo - Pavilhão Fernandinho Simonsen Residência concluída em 2000  • Curso de especialização em cirurgia do pé e tornozelo - Santa Casa de Misericórdia de São PauloPavilhão Fernandinho Simonsen Curso concluído em 2001  • Membro Titular do SBOT - Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia desde 2001 (SBOT)  • Membro Titular da ABTPE - Sociedade Brasileira de Cirurgia do pé e tornozelo (ABTPE)  • Membro Internacional da Sociedade Americana de Cirurgiões Ortopedistas (AAOS)
Dr. Hugo Bittencourt FabriCRM 122927 • Formado pela Universidade Gama Filho - Rio de Janeiro. • Residência Médica em Ortopedia e Traumatologia na Hospital Municipal Miguel Couto - Rio de Janeiro. • Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia - SBOT. • Especialização em Trauma Ortopédico no Departamento de Ortopedia e Traumatologia na Santa Casa de São Paulo "Pavilhão Fernandinho Simonsen" . • Médico Assistente da Santa Casa de São Paulo.
Dr. José Fernando Di Giovanni • Formado pela Pontíficia Universidade Católica de Campinas (1991 - 1996) • Especialização em Medicina do Esporte pelo CEMAFE  (1997) • Residência Médica em Ortopedia e Traumatologia pela Irmandade Santa Casa de São Paulo (1998 - 2001)  • Especialização em Cirurgia da Mão pelo Hospital Servidor Público Municipal (2002)  • Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) • Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão (SBCM) - Membro da AO Alumni Association
Dr. Marcelo da Silva TerraCRM 92792 • Especialidades: Ortopedia e Traumatologia / Cirurgia do Joelho & Artroscopia  • Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) • Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Joelho (SBCJ)  • Membro da sociedade brasileira de artroscopia (SBA)  • Membro da sociedade brasileira de medicina esportiva (SBME)  • Membro da Sociedad latinoamericana de Artroscopia, Rodilla y  Deporte (SLARD) • Membro da American Academy of Orthopaedics Surgeons (AAOS)  • Membro da International society of Arthroscopy, Knee Surgery & Orthopaedic Sports Medicine (ISAKOS) • Membro titular da Sociedade Brasileira de Terapia por Ondas de Choque (SBTOC).
Dr. Mauricio Heiji TanakaCRM 98.383 • Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
Dr. Mauricio Martinelli Filho CRM 72269 • Graduado pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) • Residência médica no Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas (IOT - HC) • Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) - Membro da sociedade brasileira de cirurgia de joelho (SBCJ) • Membro da Sociedade Brasileira de Artroscopia (SBA) • Membro da Sociedade Brasileira de Medicina Esportiva (SBME) • Membro da Sociedad Latinoamericana de Artroscopia Rodilla y Traumatologia Desportiva (SLARD) • Membro da International Society of Arthroscopy, Knee Surgery and Orthopaedic Sports Medicine (ISAKOS)
Dr. Mauro Olívio Martinelli CRM 86729 • Graduado na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo • Residência Médica no Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Santa Casa de São Paulo (DOT-SCSP • Médico Voluntário no DOT-SCSP (Grupo de Traumatologia Esportiva) • Especialização em Cirurgia do Joelho (DOT-SCSP)  • Especialização em Medicina Esportiva (CELAFISCS E CEMAFE) • Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) • Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho (SBCJ) • Membro da Sociedade Brasileira de Medicina Esportiva (SBME) • Membro do Comitê de Traumatologia Esportiva da SBOT - Médico da Seleção Brasileira de Futsal 
Dr. Nacib Luz Camargo Jr. CRM 111675 •  Especialista em Joelho e Traumatologia •  Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) •  Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho (SBCJ) 
Lesão do LCA
Reposição Hídrica na Atividade Física Para se ter uma idéia da importância da água no organismo humano, devemos considerar a sua distribuição. Água representa cerca de 40 a 60% da massa corporal de uma pessoa, constitui cerca de 65 a 75% do peso muscular e aproximadamente 50% da porcentagem de peso da gordura corporal. A maior causa de queda da performance do atleta ou qualquer indivíduo praticando atividade física, principalmente nos dias quente e secos, é a desidratação. A perda constante de líquidos para a manutenção da temperatura corporal e equilíbrio interno deve ser prontamente combatida. A melhor forma de tratamento é a prevenção das ações da desidratação e fadiga. A primeira medida a ser tomada é iniciar a adequada hidratação nos momentos que antecedem a atividade física, procurando ingerir quantidades pequenas de líquidos, de preferência os isotônicos, com quantidade de carboidratos em torno de 4 a 8%, divididas em várias porções, para melhorar a absorção intestinal e a velocidade de esvaziamento gástrico, garantindo aporte calórico adequado. Durante a atividade, procurar ingerir líquidos a cada 20 minutos, mesmo que não haja sede, pois os mecanismos de regulação do centro de sede não são tão eficientes, e só haverá sede quando o processo de desidratação já estiver mais avançado. Recomendações da Academia Americana de Medicina Esportiva para prática esportiva e reposição de líquidos  •Consumir dieta balanceada contendo líquidos nas 24 horas que antecedem o evento esportivo, especialmente durante a refeição que antecede a prova, para promover hidratação adequada antes do exercício ou competição.  •Beber cerca de 500 ml de fluidos nas 2 horas que antecedem a competição para permitir tempo para a hidratação e excreção do excesso de líquido.  •Durante o exercício, atletas devem iniciar a ingestão de líquidos precocemente, e em intervalos regulares, para garantir reposição dos fluidos eliminados no processo de desaquecimento corporal  •É recomendado que o líquido esteja pouco mais frio que a temperatura ambiente ( de 15 a 22º ) e tenha sabor, para que estimule a ingestão. A água mineral, pelo fato de ser insípida, tende a ser menos consumida pela falta de palatibilidade  •Adição de quantidades corretas de carboidratos e eletrólitos é recomendada para atividades com duração superior a 1 hora . Em atividades com duração inferior a 1 hora, existe pouca evidência científica de que haja diferenças entre a ingestão de líquidos isotônicos e a ingestão de água pura.  •Durante atividades com duração maior que 1 hora, é recomendada a ingestão de carboidratos em uma proporção de 30 – 60 g por hora para prevenção da fadiga. Esta quantidade é alcançada com a ingestão de líquidos ( 600-1200 ml ) contendo 4 a 8 % de carboidratos.  •Inclusão de Sódio ( 0,5 a 0,7 g/l de água ) é recomendada em atividades com duração superior a 1 hora, promovendo retenção do fluido e prevenindo a hiponatremia ( queda da quantidade de sódio no sangue )
Síndrome do Treinamento Excessivo
Reposição Hídrica na Atividade Física
Luxação Recidivante do OmbroTratamento Cirúrgico Minimamente Invasivo
Recursos Ergogênicos – Creatina
Lesões Musculares
Luxação Recidivante do Ombro - Tratamento Cirúrgico Minimamente Invasivo  Ao contrário do que a grande maioria das pessoas pensa, a famosa questão “ Foi uma simples luxação, Doutor? “ apresentada pelos pacientes nos pronto atendimentos e diversas clínicas ortopédicas, pode trazer conseqüências muito importantes aos pacientes, nos casos de luxações verdadeiras, e não contusões. Primeiramente, deve-se conceituar que luxação significa a perda da congruência articular, ou seja, quando uma articulação sai do lugar. Para isso ocorrer, existe a lesão de várias estruturas, que podem ou não estar associadas a condições predisponentes do próprio paciente. O cuidado com esse tipo de lesão deve ser redobrado, e imediatamente diagnosticado, para ser realizada a redução da articulação ( colocar no lugar ) e tratamento consecutivo. No ombro, devido a ampla movimentação dessa articulação, existe a dependência tanto de estruturas estáticas de estabilização ( conformação óssea, cápsula articular, ligamentos, labrum glenoidal ), quanto da estabilização dinâmica, realizada pela musculatura adjacente. A luxação mais freqüente na população jovem e ativa é a luxação traumática, decorrente de uma queda ou trauma. Normalmente, nas lesões traumáticas, ocorre a lesão de estruturas, sendo uma das mais importantes a avulsão do labrum ( arrancamento ) . O labrum é uma membrana de fibrocartilagem ao redor da glenóide ( parte articular da escápula ) que tem como função aumentar a capacidade de contenção articular por parte da glenóide. Juntamente com a lesão labral, ocorre lesão de a cápsula articular, o que pode levar à tão famosa instabilidade ou luxação recidivante do ombro, onde traumas de menor intensidade podem levar a episódios de luxação. Nos casos em que é evidenciada a lesão do complexo cápsulo labral e não há deformidade óssea ( pelo mecanismo de trauma ) importante, existe espaço para o tratamento artroscópico da luxação recidivante. Por esse método, conseguimos abordar a lesão através de técnica minimamente invasiva, sem ter que lesar ainda mais outras estruturas importantes na estabilização do ombro. Normalmente, são utilizadas âncoras de fixação com fios com as quais se consegue uma reinserção cápsulo-labral junto a borda óssea da glenóide, propiciando uma cicatrização desse tecido e reintegração da estabilidade. Nesse tipo de lesão, a reabilitação tem importância crucial para garantir retorno adequado ao esporte. A reabilitação adequada é tão importante quanto o ato cirúrgico, não devendo ser negligenciada tanto pela equipe multidisciplinar de atendimento, quanto por parte do paciente, que deve se manter motivado para o retorno efetivo e mais seguro às suas atividades.
Lesão do LCA  A lesão do LCA é uma lesão freqüente nos atletas de esportes que envolvem mecanismos de drible e desequilíbrios sucessivos, tais como o futebol, handebol, o basquete, o vôlei e etc... . Trata-se de uma lesão importante, pois demanda um tempo de tratamento e reabilitação consideráveis até o retorno à atividade física. Por isso, existe a necessidade do diagnóstico precoce, propiciando o início imediato do tratamento. Antigamente, muitos atletas abandonaram suas carreiras por causa dessa temida lesão. Graças a evolução tecnológica, hoje em dia, a abordagem cirúrgica para esse tipo de lesão tornou-se muito mais eficiente e menos agressiva, e o retorno às atividades esportivas é conseguido com um protocolo de reabilitação pós operatório adequado. O ligamento cruzado anterior é um estabilizador primário do joelho e a sua lesão está associada a mecanismos torcionais e impactos na região posterior da perna. A lesão costuma gerar uma instabilidade de caráter progressivo, que torna difícil a execução de movimentos como o drible. Essa lesão deve ser tratada precocemente, para evitar danos a outras estruturas intrarticulares ( lesões meniscais, lesões condrais, etc...). A abordagem cirúrgica mais utilizada é a reconstrução artroscópica. Nessa técnica, retiramos o enxerto, que pode ser tanto do ligamento patelar ( antigo tendão patelar ), quanto dos tendões flexores ( tendões dos músculos semitendíneo e gracillis - posteriores da coxa ). Ambas as técnicas tem suas vantagens e desvantagens, mas a cirurgia, de uma forma geral, é segura para garantir a estabilidade articular e retorno à prática esportiva. Assim que termina a cirurgia, inicia-se o processo de reabilitação do atleta, com ganho progressivo de amplitude de movimento articular e fortalecimento progressivo, aguardando-se o tempo de cicatrização do enxerto. Com a evolução, inicia-se treinamento do gesto esportivo e exercícios de propriocepção, sendo o atleta ou paciente somente liberado à prática esportiva quando houver preparo suficiente para que novas lesões não ocorram. Existem alguns fatores, que podem levar ao insucesso da cirurgia, sendo um dos mais importantes, a existência de lesões ligamentares extrarticulares associadas e não diagnosticadas. Essas lesões podem levar à sobrecarga e insuficiência progressivas da reconstrução ligamentar. Daí a necessidade de uma adequada avaliação pré operatória por ortopedistas especializados em cirurgia do Joelho.
Lesões Musculares  A lesão muscular é a maior causa de lesão esportiva que acarreta o afastamento temporário da prática de atividade física. Trata-se de uma lesão associada a fatores predisponentes como falta de aquecimento, alongamento e nutrição adequados, excesso de treinamento ou erro de técnica de treinamento ou podem simplesmente estar associados a traumas diretos ou indiretos, quando o alongamento passivo da fibra muscular excede a sua capacidade de deformação elástica e plástica. A lesão costuma se apresentar como uma fisgada aguda associada a sensação de contração intensa da musculatura. Em um primeiro momento, deve-se iniciar o tratamento com gelo, retirada da carga no membro acometido, imobilização e elevação da extremidade. Assim que um diagnóstico mais preciso e quantificado da lesão for obtido, o que se pode conseguir com um exame físico adequado e exames subsidiários como ultrassonografia ou ressonância magnética, dependendo da necessidade, podemos iniciar o tratamento mais objetivo. O tratamento deverá ser individualizado, ou seja, dependendo do músculo ou grupo muscular acometido, atividade do paciente ou atleta, grau de lesão, etc... Dependendo da musculatura lesada, pode-se iniciar reabilitação precoce com exercícios isométricos, e dependendo do grau de lesão, pode-se iniciar alongamento passivo para propiciar processo de cicatrização direcionando o processo de remodelamento de acordo com a função da fibra muscular. Cada caso deve ser avaliado pelo ortopedista e tratado por fisioterapeuta experiente na reabilitação esportiva. Normalmente, as lesões musculares, quando tratadas corretamente, evoluem de forma benigna, estando o paciente apto ao retorno às suas atividades esportivas e diárias após o período de tratamento. É sempre importante lembrar o papel da prevenção de lesões na atividade física, sendo fundamental processo de aquecimento e desaquecimento muscular e alongamentos antes e após a atividade física. Estudos mostram que após a realização de atividade física mais intensa, existe a necessidade de manter uma atividade física mais leve e aeróbica para que as toxinas produzidas pelo metabolismo muscular sejam drenadas e diminuam o potencial de risco para lesão muscular.
Síndrome do Treinamento Excessivo  É fato que a atividade física vicia. Trata-se de um vício saudável, mas como tudo na vida, o excesso pode trazer problemas à saúde. O excesso de treinamento pode ser tão prejudicial ou mais grave até do que a falta de atividade física. Normalmente, o exercício deve ser praticado de uma forma regular, com aumentos leves na intensidade e duração, e intercalado por períodos de descanso e sono adequados, para que o estoque de glicogênio muscular, ( principal fonte de energia para o músculo ) seja refeito. O excesso de treinamento está associado a falta de repouso e distúrbios nutricionais, o que costuma estar associado a todo o quadro, principalmente nas atletas femininas, preocupadas com sua imagem corporal e porcentagem de gordura. O treinamento excessivo pode levar a alterações no humor ( fadiga generalizada, depressão e irritabilidade excessiva), alterações no ciclo sono-vigília( insônia ), queda inexplicável da performance esportiva, frequência cardíaca de repouso elevada, dores musculares, uma susceptibilidade a infecção das vias aéreas superiores aumentada , distúrbios gastrointestinais, perda de peso e lesões de “overuse”. Nas mulheres, é famosa a tríade da mulher atleta, que consiste em distúrbios alimentares, amenorréia ( ausência de menstruação ) e osteoporose. Existem teorias que postulam alterações hormonais associadas a perda da gordura corporal mínima necessária para a manutenção do ciclo menstrual associada a teorais que postulam que a liberação das endorfinas pela atividade física parecem alterar a secreção do neurormônio hipotalâmico GnRH, levando a alterações de produção dos hormônios FSH e LH. O estado de hipoestrogenismo prolongado pode levar à ocorrência da osteoporose precoce. A desordem alimentar ainda é pouco compreendida, mas pode variar desde uma restrição calórica até formas graves de anorexia nervosa e bulimia. Outra patologia associada à síndrome do treinamento excessivo é a fratura de stress. A fratura de stress é mais freqüente em atividades de maior impacto nos membros inferiores. Normalmente ocorre na tíbia, podendo também ocorrer nos metatarsos e outros ossos dos pés, na coluna lombar e até nas costelas. O tratamento consiste no diagnóstico precoce e modificação dos fatores causais, proteção da região acometida, reabilitação e reinício gradual da atividade física.
Recursos Ergogênicos – Creatina  A utilização da creatina como substância ergogênica tem se tornado cada vez mais popular em academias e entre os atletas praticantes de atividade física onde uma explosão muscular é necessária. O seu consumo porém, deve ser criterioso pois até hoje não se tem comprovação da sua segurança, já que existem estudos que mostraram alterações renais após a utilização dessa substância a longo prazo. A suplementação de creatina proprociona o aumento dos depósitos de fosfocreatina , a principal fonte de energia para atividades de curta duração e alta intensidade, além de favorecer o mecanismo de ressíntese das reservas de fosofocreatina e do próprio ATP ( adenosina trifosfato ). O aumento do conteúdo da fosfocreatina é postulado como sendo favorecedor do aumento da massa muscular, melhorando o desempenho anaeróbico. Ou seja, não existe ganho de performance em atividades ditas aeróbicas. Normalmente, os estoques de fosfocreatina se esgotam nos primeiros 6 a 8 segundos da atividade de explosão tratando-se de energia pura, estocada para a utilização enquanto outros sistemas enzimáticos não estão ativados. Quem pode se beneficiar com isso são os atletas dos 100 metros rasos do atletismo ou nadadores dos 50 metros. Corredores de fundo, ciclistas de longa distância e outras modalidades aeróbicas ou dependentes do metabolismo da glicose, não terão o mesmo sucesso. Além disso existe um limite de saturação da musculatura, sendo que a partir desse ponto, não adianta haver aumento da dose que as concentrações da fosfocreatina na massa muscular não irão se alterar. Estudos mostram que após a parada da ingestão da creatina, níveis normais são atingidos após período de 4 a 5 semanas.
Fácil localização, estacionamento próximo. A 9 km do centro da cidade de São Paulo. Próximo aos metrôs Vila Madalena, Barra Funda  e ao SESC Pompéia.
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